O
governo investiu em todos os setores e criou o serviço de voluntários,
que recebiam treinamento e estágios para aliar o Estado nesse combate
à doença e à violência. Hoje a situação mudou.
Laranjal do Jarí ganha contornos de cidade civilizada. Grande parte
do centro urbano foi aterrado, possui energia elétrica, postos de
saúde, postos de atendimento médico e recentemente foi inaugurado
um hospital modelo equipado e com pessoal treinado. A segurança
está dentro dos padrões de normalidades e as principais ruas da
cidade foram asfaltadas.
As inumeras boates que sobreviveram aos constantes incêndios, provocados
pelo aglomerado de palafitas altamente inflamáveis, foram transformadas
em escolas e
as pessoas constantemente desabrigadas por incêndios
estão recebendo casas construídas.
Com a crise da Companhia Jarí a economia do município está centrada
basicamente na exploração dos recursos naturais como a mineração
e o extrativismo vegetal, este último tendo como principal atividade
a extração da “castanha-do-Pará”. Laranjal do Jarí possui, de potencial
turístico, um vasto território com belíssimos
recantos naturais.
Além da diversidade dos seu ecossistema, há de se ressaltar a excepcional
beleza de seus recursos cênicos naturais como a “cachoeira de Santo
Antônio”, com suas inúmeras quedas cercadas de florestas; o rio
Jari com suas praias fluviais que se traduzem em freqüentados balneários;
os castanhais e a fauna exótica da
Amazônia. Dentre os eventos culturais locais destaca-se o “Festival
da Castanha”, realizado no mês de maio, onde se pode conhecer e
saborear as diversas iguarias preparadas com o produto.
Estudo elaborado por
Edgar Rodrigues
| Dados
do município |
Características |
| Nome
oficial |
Município
de Laranjal do Jarí |
| Lei
de criação |
nº
7.639, de 17 de dezembro de 1987 |
| Limites |
Norte:
Guiana Francesa e Suriname
Sul: Vitoria do Jari,
Leste: Mazagão, Pedra Branca do Amapari
Oeste: Almerim (Pará) |
| Área |
30.966
km² |
| População
(IBGE 2007) |
37.491
habitantes (recenseada e estimada) |
| Distância
da capital |
212
km |
| Produção |
Extração
mineral, madeira, castanha-do-pará,
agricultura de subsistência, e em maior
proporção o comércio varejista |
| Transporte |
Rodoviário,
fluvial e aéreo |
| Aeroporto |
04
campos de pouso reconhecidos pelo DAC |
| Clima |
Tropical
chuvoso |
| Grupos
indígenas |
Nenhum |
| Temperatura |
Média
entre 23 a 40°C |
| Atração
turística |
Cachoeira
de Santo Antônio e passeios de
"catraia" |
|